StcherawsCast - Nº 015
Depois de 4 Semanas e 2 placas mãe, StcherawsCast Número 15!!!
Nesse programa Lindolfo Roberto, o anormal e Joh Stcheraws comeram três caixinhas de morango alucinógeno e viajam ao som das bandas que tocaram no Sinewave Festival: A Sea of Leaves, Duelectrum e Gray Strawberries, ou melhor, Gray !
Para completar Naji Nahaz fazendo um remix do Mickey Gang. Como diz o Joh, só ouvindo.
Las Canciones e mais informações sobre as bandas:
Duelectrum - Cabeça Nas Nuvens
A Sea Of Leaves - Permanent Wave
Gray Strawberries - Histrionic
Naji Nahaz - I Was Born In The 90s
O 1º Sinewave Festival aconteceu em São Paulo, na Livraria da Esquina, nos dias 27 e 28 de Junho. A expectativa é de que tenha sido apenas o primeiro.
As bandas que tocamos nesse programa e participaram do festival tem músicas para download no site da Sinewave. Click aqui para conferir.
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Lançamento: The Mars Volta - Octahedron
No dia 23 de Junho de 2009 para ser mais exato, teremos o lançamento do novo album do Mars Volta.Octahedron
1. Since We've Been Wrong
2. Teflon
3. Halo of Nembutals
4. With Twilight as My Guide
5. Cotopaxi
6. Desperate Graves
7. Copernicus
8. Luciforms
Site oficial
Sugestões, Críticas, Pedidos e indicações de bandas para tocar no StcherawsCast: radiostcheraws@gmail.com
Pato Fu em São Paulo - Gratuíto
No próximo domingo, dia 21 de junho de 2009, às 12h30, a praça de eventos do Shopping Metrô Boulevard Tatuapé em São Paulo será palco do show da banda mineira Pato Fu. Famosa por apresentar ao Brasil o estilo musical rock alternativo, Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Xande e Lulu Camargo (e como eles mesmo dizem os 128 japoneses) prestam a temática homenagem ao mês dos Namorados em única apresentação totalmente gratuíta.Torçamos então para que faixas como "Mama Papa", "30.000 Pés", "Nada Original", "Woo", e a sensacional versão de "Cities In Dust" marquem presença no set apresentando com seu album de 2007, Daqui Pro Futuro. E quem sabe até possivelmente interpretações do trabalho solo de Fernanda Takai.
Local: Shopping Metrô Boulevard Tatuapé - São Paulo - SP
Data: Domingo, 21 de Junho de 2009
Horário: a partir das 12:30 horas na praça de Eventos
Custo estimado: Gratuíto
Informações:
Shopping Metrô Boulevard Tatuapé
Pato Fu
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StcherawsCast - Nº 014
StcherawsCast Número 14... Chick Chick Boom!!!
E a Lulina, Do You Remember Laura? As perguntas retóricas do Lindolfo deixam tudo Bem Mais Leve e, antes que eu me esqueça Lucy, a Luisa Mandou Um Beijo!
Ouça on-line, clique aqui!!
Baixe aqui o StcherawsCast 014
Luiza Mandou um beijo
Aguarraz
Lucy and the popsonics
Lulina
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StcherawsCast - Nº 013
Essa merda não vai acabar bem!
Mais informações sobre as bandas:
Bazar Pamplona
Wado
Instiga
Latuya
Barba Ruiva
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Copacabana Club no FDS!!!

Neste fim de semana, uma das bandas mais cultuadas do nosso Stcherawscast, o Copacabana Club se apresentam nessa sexta, dia 29 no Inferno Club e Sábado dia 30 na Livraria da Esquina. Ele que volta a São Paulo depois de sua festejada última apresentação na capital paulista, surpreendendo com seu pop dançante.
Informações
Inferno Club
Rua Augusta 501 Consolação São Paulo SP
Tel. 011 3120-4140 - www.infernoclub.com.br
Livraria da Esquina
Rua do Bosque, 1254 (Barra Funda) - São Paulo/SP
Tel: (11) 3392-3089 - www.livrariadaesquina.com.br
StcherawsCast - Nº 012
FOTOGRAMA >>>>> Banda paulistana que nasceu como projeto do músico multiinstumentista Luiz Campos. Com o tempo foram incorporados os demais músicos: Carlos Costa (contra-baixo), Paulo Matos (guitarra) e Fábio Barbosa (bateria) e Mariana Cetra (voz, piano, acordeon e flauta). Canções folk de altíssima qualidade. Do EP "Anda, Corre, Voa!" de 2006 rolamos a canção de mesmo nome.
SPACE BOSSA >>>>> O músico Wild Robson do Rio de Janeiro é o One man band Space Bossa que faz músicas que transitam entre o poético e o psicodélico. Com uma aura toda própria, "O astronauta e a lua" é a canção que tocamos pra você.
MARCELO BONFÁ >>>>> Marcelo Bonfá fez muito sucesso e tocou muito nas rádios nos anos 80 e 90 como baterista da Legião Urbana, mas todo esse sucesso não se repete em sua carreira solo: seja por escolha ou não, Marcelo Bonfá enquanto artista solo é uma incógnita para a maioria das pessoas. Mas a qualidade de seu trabalho não é pequena: com três discos lançados, coleciona já uma lista de pérolas da melancolia. Do terceiro disco, MOBILE, vamos de "Contando estrelas".
música>>>>>Contando estrelas
SABONETES >>>>> Curitibana, a Sabonetes faz aquele tipo de música que dá vontade de ouvir em um carro em alta velocidade dirigindo por uma longa estrada, como diz a letra de Hora de partir: "estive por aí, sentindo o vento agredir suave o rosto". E é essa mesma canção que fecha a edição número 12 do StcherawsCast.
Instiga e Rock Rocket no Outs
Muitos podem não conhecer, e não teria momento melhor de se deslumbrar com o talento de Instiga (foto), banda de Campinas, com seu terceiro album lançado vem a São Paulo e na mesma noite, o Rock Rocket, banda já consagrada no gosto popular dos jovens divide o palco na famosa casa de São Paulo, O Outs.
Bandas que mais pra frente tem presença garantida no nosso Stcherawscast, enquanto essa edição não vem, fica a dica de um som totalmente independente e de bom gosto, compareça!!
Outs
Rua Augusta, 486 - Consolação - São Paulo - SP
16 de Maio de 2009 - 23:00hs
Entrevista: Copacabana Club
Lindolfo Roberto entrevistou o Copacabana Club, que tocamos no Stcheraws Cast 007. Confira:
Rádio Stcheraws: Falem sobre a formação e as principais influências musicais de vocês.
Caca V: Nos juntamos em junho de 2007, quando o Alec voltou de Londres. Ele queria fazer um som dançante. Convidou o Luli, com quem tocava antes no ESS. O Luli convidou a Claudinha, com quem tocava antes no Autobahn. E eu me convidei. O Tile entrou uns meses depois e definiu a linha das nossas melodias. Todos tem influencias bem diferentes. Eu me deixo levar pelo que estou ouvindo em cada momento. Sempre tenho uma “banda favorita do mês”. A desse mês é Little Dragon. Mas gosto muito de Flaming Lips, Of Montreal, Mirah, Interpol, das bandas mais antigas, Clash, Cure, Lou Reed, David Bowie...
Tile Douglas: Cada integrante tem influências bem diferentes, acho que isso que dá um toque diferente pro Copa. Eu particularmente curto mais rock, Stones, Primal Scream, etc.
Claudinha: O Copacabana Club surgiu em 2007 quando o Alec voltou de Londres e convidou o Luli pra formar uma banda. Acredito que as influências e referências musicais de cada um dos integrantes é muito diferente. Eu também sou DJ, o que me leva a escutar muitas bandas novas. Minhas favoritas do momento são Two Door Cinema Club e Little Comets. Também gosto muito de Radiohead, Interpol e não consigo parar de escutar o novo CD do The Rakes.
Rádio Stcheraws: Letras em inglês no caso do Copacabana Club é uma escolha estética, por maior facilidade na hora de compor, ou porque a banda mira o exterior?
Tile Douglas: O Alec já tinha umas músicas de quando voltou de Londres, e elas já eram em inglês, acho que só seguimos o instinto.
Caca V: As primeiras musicas saíram em inglês por causa do Alec. Por enquanto ainda não saiu nenhuma em outra língua. Acho que quando pintar inspiração faremos em português ou até mesmo em francês.
Claudinha: Isso surgiu naturalmente. Como o Alec morou algum tempo em Londres, as primeiras músicas que ele nos mostrou quando começamos a tocar juntos eram em ingles. E a partir daí a Caca também começou a compor em inglês.
Rádio Stcheraws: Com a repercussão do EP (king of the night) a banda já pensa em lançar um álbum? ou ainda há muito a trabalhar com o EP? Quais são os planos a curto prazo?
Tile Douglas: Acho que há muito para trabalhar nas músicas. Estamos amadurecendo ainda como banda, acho que o álbum é mais pro final do ano, vamos trabalhar mais o clipe e o single de Just Do It que logo vai sair.
Caca V: Temos no total 13 faixas e umas 3 que estamos pra fechar. Até daria pra colocar num álbum, mas queremos amadurecer elas e compor mais algumas pra dai escolher quais entram, e quais não. O álbum seria mais pro fim do ano, ou começo do ano que vem. No próximo mês terminaremos mais duas faixas, “Sex Sex Sex” e “Mrs. Melody”, mas ainda não sabemos em qual formato lançaremos.
Claudinha: Já temos músicas suficientes pra fechar um álbum, mas como algumas das composições são recentes eu acredito que precisamos de mais um tempo. Espero que até o fim do ano seja possível lançar o álbum, mas por enquanto ainda estamos sem uma data definida. Temos mais duas músicas que já começamos a gravar em estúdio que devem ser lançadas em breve, mas ainda não definimos o formato.
Rádio Stcheraws: Não dá pra negar: O Copacabana Club é uma banda da noite. A cena noturna do Sul foi determinante na formação do que a banda é, ou o Copacabana seria essa banda vibrante independente da região do país em que surgisse?
Tile Douglas: Total independente.
Caca V: Acho que faríamos esse som de qualquer maneira. A noite de Curitiba é legal, mas é bem parecida com a de outras capitais.
Claudinha: Eu acho que a vida noturna definitivamente influencia a banda, mas não acho que seja especificamente a de Curitiba, e sim a noite de um modo geral. Acredito que nosso som seria semelhante mesmo se a banda tivesse surgido em outro lugar, acho que o resultado tem mais a ver com a personalidade e influências de cada um dos integrantes do que com a cidade em si.
Rádio Stcheraws: Ao ver o Copacabana Club, percebe-se facilmente um cuidado com a produção que vai além da música. A banda possui uma identidade visual muito própria. Quais são as influências não musicais dos copas?
Tile Douglas: O lance visual do Copa é totalmente espontâneo. Claro que com as meninas existe uma produção própria delas, o que eu acho muito legal, mas quanto aos caras, a gente se veste igual no dia-a-dia. Eu uso o que me deixa confortável e a vontade, não me influencio nesse lance.
Caca V: Eu gosto de fazer uma produção de figurino e maquiagem para os shows. Acho divertido. Eu dancei durante muitos anos, e isso sempre fez parte das apresentações. Mas faço do meu jeito, misturo minhas roupas, compro uns acessórios. Nos últimos meses tenho investido mais nisso. O André Azevedo, do coletivo AtAlho, que assinou a direção de arte e figurino, confeccionou umas mangas, pra eu usar nos shows. E eu tenho desenhado umas roupas junto com a Tiça, estilista de uma marca daqui, que se chama Flor de Vedete. Nós compartilhamos o mesmo gosto para roupas.
Claudinha: Acho que o visual do Copacabana é resultado do estilo pessoal de cada um dos integrantes. Nosso clipe teve direção de arte e figurino do Coletivo AtAlho de Curitiba e acho que essa foi a primeira vez que tivemos uma preocupação assumida com o que seria interessante que cada um usasse, mas sempre respeitando o estilo de cada um. Eu espero poder trabalhar com eles na produção dos próximos shows porque achei o resultado incrível.
Rádio Stcheraws: Desde o ano passado, a banda vem conquistando cada vez mais espaço, com o videoclipe da "just do it", o Remix feito pelo Boss In Drama, a participação nos programas POPLOADED e Acesso MTV... 2009 é o ano do Copacabana Club?
Tile Douglas: Acredito que sim e estamos trabalhando duro pra isso. Temos muito por fazer ainda e somos uma banda nova, se não for agora, de 2010 não passa!
Caca V: Espero que sim! Acho que apesar das musicas serem em inglês, nosso som é bem acessível.
Claudinha: Espero que sim! Estamos muito felizes com a boa repercussão da banda e fazendo o possível e o impossível para aproveitar todas as oportunidades que estão surgindo.
Acesse o Myspace do Copacabana Club
Lançamento: Together through Life
Com um título para lá de romântico --"Together through Life" (juntos pela vida)-- combinado com uma foto de dois jovens se agarrando no banco de um carro, Bob Dylan prepara o ouvinte para seu 33º álbum de estúdio.
A preparação é para a viagem que começa hoje --quando sai o CD nos Estados Unidos-- e vai terminar justamente naquele banco traseiro, no verão de 1959, quando as coisas pareciam mais simples (mas não eram) e as músicas soavam diferente (e realmente soavam, dada a tecnologia da época e das atuais possibilidades de pós-produção).
São discos que estão na gênese do rock. Da Chess vieram gravações essencialmente de negros, como Howlin' Wolf, John Lee Hooker, Buddy Guy, Bo Diddley e o grande Chuck Berry, entre muitos outros.
Da Sun, baseada em Memphis, entraram para a história discos dos brancos Johnny Cash, Roy Orbinson, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e, principalmente, Elvis Presley.
É nesse universo que se insere o Dylan 2009. Imagens de uma gangue nova-iorquina feitas em 1959 pelo fotógrafo Bruce Davidson compõem o aspecto visual da nova obra (leia mais no texto ao lado).
"Together through Life" tem dez músicas, assim como o sucesso "Modern Times" (tempos modernos) --que foi primeiro lugar entre os mais vendidos dos EUA em 2006. Mas é menor, com músicas entre três e cinco minutos, em vez de canções entre seis e oito minutos.
O disco também é menos sofisticado que seu antecessor, que tinha baladas delicadas ao piano. Na busca pelo som dos anos 50, Dylan optou pelas guitarras em primeiro plano. Há muitos solos distorcidos, como os dos velhos mestres. E uma sanfona costura tudo, trazendo um clima de beira de estrada.
Dylan conta que não planejou o álbum. Foi convidado, pelo diretor francês Olivier Dahan, para escrever uma música para seu próximo filme, "My Own Love Song". Dylan fez "Life Is Hard", mas as canções não pararam de vir. Quanto aos temas, "essas canções têm uma linha mais romântica", conta.
"Together through Life" abre com a sensacional "Beyond Here Lies Nothin'", em que a sanfona e a guitarra duelam para aparecer. A guitarra lembra a de Keith Richards no Rolling Stones pré-psicodélico, entre 1964 e 1966, quando o inglês imitava justamente... as gravações da Chess Records.
"Life Is Hard", a segunda, mostra que a voz de Dylan está pior do que nunca. Suas cordas vocais estão tão deterioradas que lembram as de Tom Waits, que se notabilizou por fazer do canto rouco uma marca. E isso só torna a canção mais forte.
"My Wife's Home Town" é tão parecida com "I Just Wanna Make Love to You" que Dylan perderia um processo. "I Just Wanna..." é um hit da Chess, de 1954, escrito por Willie Dixon e gravado originalmente por Muddy Waters (e coverizado pelos Stones em seu álbum de estreia, de 1964).
E a volta ao passado segue com rocks básicos ("Jolene"), canções de sanfona ("If You Ever Go to Houston") e lamentos tristes ("This Dream of You"). Culminando com a belíssima "I Feel a Change Comin' on", balada sofisticada que, essa sim, poderia estar em "Modern Times". Mas os tempos de Dylan agora são outros.
Fontes: Uol, Wikipedia


